#BHate50 – Lagoa Santa

DESENVOLVIMENTO +

[ Descrição do processo ]

O diferencial do roteiro e, mais especificamente, do #BHate50 é a busca por espaços que fujam do rota tradicional de locais frequentados pelos moradores de BH e região e que oferecem bons serviços por preços acessíveis, é mostrar às pessoas que elas realmente podem se divertir sem ter gastos altos. Essa é a identidade do projeto e foi abraçada na primeira e na presente etapa, bem como seguirá nos próximos passos.

A escolha de Lagoa Santa se deu a partir de pesquisas sobre algumas cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os critérios foram ser um local não tão visado, já que algumas pessoas da sala moram em cidades da RMBH como Contagem e Nova Lima; ser uma cidade em que nenhuma das integrantes do grupo tinha familiaridade, além de termos encontrado informações completas e fotos dos lugares a serem visitados, o que não aconteceu ao pesquisarmos sobre Sabará ou Santa Luzia, por exemplo.

Dessa forma, por ser um local pouco visado, Lagoa Santa já se torna uma atração a parte, o que acresceu o interesse do grupo em visitá-la. Descobrir seus atrativos e analisar se esses se enquadravam no que o projeto busca, era ainda mais divertido. Outro grande atrativo da cidade é a parte histórica e a natureza do local. O Parque Estadual do Sumidouro abriga o Museu Peter Lund, a Gruta da Lapinha, a Lapa do Sumidouro, além de ser possível fazer escalada e trilha. Os valores para visitação desse locais são R$10,00, com exceção da Gruta por R$15,00 que também dá acesso ao Museu, o que seria nosso destino inicial.

Além do Parque, nos programamos para visitar Lagoa central da cidade, na qual paramos para conhecer dois estabelecimentos, o Bar do Capivara e o Villa da Lagoa. No último, pudemos acompanhar um pouco do 4º Encontro de Compositores de Lagoa Santa. Depois, partimos para o recém inaugurado Karamba’s Pub.

O que percebemos da cidade, é que é um local bastante tranquilo e agradável, tendo muitas opções de lazer. Na Av. das Árvores podemos encontrar restaurantes de variados segmentos. Na orla da Lagoa também há vários bares e restaurantes, de botecos a pizzarias, alguns com música ao vivo. Um diferencial, ou problema dependendo do perfil de local que as pessoas buscam ir, é que os estabelecimentos não ficam excessivamente cheios, podendo assim aproveitar melhor os serviços oferecidos. Assim, sair sem muito planejamento em Lagoa Santa para ver qual lugar é mais atrativo se torna possível mesmo em um sábado à noite.

Uma das hipóteses levantadas pelo grupo sobre o motivo desse sossego, é que as pessoas de fora não sabem que o município dispõe dessas atrações. O que converge com o objetivo do projeto de disseminar programações interessantes de Belo Horizonte e Região Metropolitana. Além disso, boa parte das pessoas que buscam atrações noturnas nos fins de semana, fazem o movimento contrário ao que fizemos e vão para BH.

Sobre as ferramentas utilizadas

Assim como na primeira etapa do projeto, buscamos analisar os locais conhecidos por alguns aspectos, como: tipo de serviço oferecido, horário de funcionamento, diferencial, atrações, acessibilidade, Wi-Fi, formas de pagamento e quantia gasta especificada por cada integrante da equipe.

Esses dados foram expostos no Google Maps, a fim de facilitar a visualização espacial do estabelecimento. Contudo, durante a discussão em sala e analise posterior do grupo, foi percebida a falta de praticidade do acesso a tais elementos. Visando contornar esse problema, portanto, foi decidida a criação de um tumblr, que leva o mesmo nome do trabalho, para publicar as informações, fotos e mapas. O @Bhate50 foi atualizado paralelamente à realização do roteiro.

Equipe

Anna Luísa Silveira, Paula de Castro e Thays Maciel 

Etapas desta publicação

Proposta