A humanização da máquina em som

Com base no texto “Nós, ciborgues: o corpo elétrico e a dissolução do humano” refletimos sobre a interpenetração e mistura do homem  com a tecnologia de modo a dificultar a separação entre eles. Essa mistura dá origem a ciborgues que tanto podem ser seres humanos, que se tornam “artificiais” ao se fundirem com a tecnologia, como também podem se tratar de seres artificiais, que não só são capazes de cada vez mais de imitar os homens, como conseguem até mesmo superá-los em alguns quesitos. Porém, nem sempre a tentativa de fazer a máquina parecer humana foi tão sofisticada a ponto de causar impacto nas pessoas. Refletindo sobre isso, buscamos exemplificar certas presenças que imitam os homens sem serem percebidas e outras nem tanto, gravando sons de máquinas que falam conosco. Ainda aproveitamos para fazer uma pequena brincadeira com o medo da superação do homem pela máquina que habita páginas e telas de ficção científica.

A humanização da máquina

Grupo

Aline Azevedo, Ana Letícia Café, Enise Silva e Mariana Franco

Créditos

Trabalho produzido para a disciplina de Processos de Criação em Mídias Digitais.
Texto de referêcia: TADEU, Tomaz. Nós, ciborgues: o corpo elétrico e a dissolução do humano. In: TADEU, Tomaz (org.). Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano. 2000: Autêntica. p. 7-15

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