A Veterinária não pode parar

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Pauta: Delânzia Junho e Paulo Netto

Repórter:

Tema: Atividades na Escola de Veterinária da UFMG durante os jogos da Copa das Confederações.

Histórico e Resumo: No dia 23 de maio de 2013, a pró-reitoria de Administração (PRA) divulgou ofício sobre a suspensão das atividades administrativas e acadêmicas no campus Pampulha da UFMG nos dias 17, 22 e 26 de junho. A decisão foi tomada devido aos jogos da Copa das Confederações que seriam realizados nesses dias no estádio do Mineirão. Porém nem todas as atividades poderiam suspensas, como foi o caso de algumas pesquisas desenvolvidas pela Escola de Veterinária.

Além das pesquisas desenvolvidas nos laboratórios da instituição, o cuidado dos animais da escola também eram uma tarefa importantíssima e imprescendível tanto para alunos e docentes. Em lista encaminhada pela diretoria da Escola de Veterinária, percebe-se que muitos ficaram responsáveis pelos cuidados e tratamentos do animais. A Escola de Veterinária também atende a população externa através de um hospital veterinário, que desde as obras de reforma do Mineirão vem sofrendo com barulhos frequentes das obras e mudanças nos horários de atendimento e tratamento. Durante os jogos, o hospital atendeu alguns casos em caráter de urgência – não chegou a parar, porém não atendeu à população externa.

Proposta da matéria: Mostrar como foi a rotina de quem tinha a necessidade de utilizar o espaço do campus durante os jogos da Copa das Confederações, focando nas atividades desenvolvidas na Escola de Veterinária e as dificuldades enfrentadas pelos pesquisadores e pelo hospital veterinário.

Perguntas:

1. Quais pesquisas não foram suspensas? E por que? E de que forma elas foram (ou poderiam ser) afetadas pela suspensão das atividades?

2. Quais dificuldades foram encontradas pelos pesquisadores?

3. De que forma o hospital veterinário funcionou durante os jogos?

4. Como a suspensão do acesso ao campus pela população externa prejudicou o hospital veterinário?

5. Quais são os planos dos alunos, docentes e funcionários para o caso de uma suspensão parecida durante a Copa do Mundo de 2014?

Fontes:

Moacir Pinto da Silva

Assessor da Pró-reitoria de Administração.

A Pró-reitoria de Administração (PRA) foi a responsável pela divulgação do ofício sobre a paralisação das atividades e serviu como intermediadora da FIFA com os órgãos da instituição.

Moacir relatou que qualquer aluno, docente ou funcionário poderia solicitar autorização para entrada no campus. Esta deveria ser aprovada pelo chefe do departamento e posteriormente pelo diretor da instituição. Em seguida, o documento contendo a lista com as informações dos alunos e professores era encaminhado à PRA que enviava na íntegra para a FIFA, que ficou responsável pelo credenciamento único realizado no dia 17 de junho.

A PRA não mantem uma lista com os funcionários que acessaram o campus durante os jogos. Segundo ele, somente os diretores das instituições e a própria FIFA que possui os arquivos.

 

Grazielle Cossenzo Florentino Galinar

Funcionária do Laboratório de Vírus e aluna de mestrado.

Teve que pedir autorização de acesso à UFMG para acompanhar sua pesquisa de isolamento do vírus causador da doença Leucose bovina. Caso contrário, perderia dois meses de trabalho.

Tem disponibilidade de responder perguntas por e-mail. Se for necessário ou haver o interesse em visitar o laboratório marcar horário no número acima (um outro mestrando do local irá recebê-los).

 

Hospital Veterinário

Para ter mais informações sobre o seu funcionamento durante os jogos também pode ser feito contato com a Assessoria de Comunicação da Escola.

Obs: Uma das assessoras do local iria enviar um e-mail com mais informações, porém isso não foi feito até a publicação desta pauta.

 

Departamento de Zootecnia

Alguns alunos e pesquisadores do departamento tiveram acesso ao campus para tratar de animais e dar continuidade a experimentos.

 

Recursos de linguagem:

Registro fotográfico (slides show), texto formal com falas das fontes, utilizar de vídeos sobre os experimentos (se houver).