A violência contra a mulher no contexto de homicídios no Brasil

Durante as avaliações da pauta, foi sugerido um recorte mais específico sobre a questão dos homicídios contra mulheres. Havia uma confusão a respeito dos termos utilizados, com a equivalência entre “violência” e “homicídio”, o que gerava uma divergência na interpretação.

Dentre as sugestões comentadas na pauta original, resolvemos adotar uma comparação mais apurada no âmbito regional, privilegiando os dados das cidades localizadas em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Outra sugestão adotada foi a restrição do tempo ao ano de 2010. Na proposta original, a ideia era trabalhar principalmente com a variação da taxa de homicídios. Outro ponto considerado foi a redução de variáveis, uma vez que o cruzamento de muitas dados distintos poderia dificultar a visualização e até mesmo a comparação entre as cidades/estados.

Alteramos também a quantidade e os tipos de gráficos propostos para o trabalho. Pretendemos fazer quatro infográficos interligados: os dados com as taxas e o número de homicídios contra a mulher nos estados da região sudeste relativos ao ano de 2010; a mesma comparação realizada no gráfico anterior, considerando as capitais da região sudeste no mesmo período; listagem das 5 cidades com maior taxa de feminicídio em cada estado e a variação entre a taxa de homicídio do total na região e a taxa de homicídio de mulheres jovens.

Sendo assim, as perguntas que conduzem o nosso trabalho são as seguintes:

– Quais são as taxas de homicídios de mulheres cometidos em Minas Gerais em relação à taxa nacional e regional? Qual o total de homicídios cometidos nestes estados?

– Quais são as taxas de homicídios de mulheres cometidos nas capitais da região sudeste? E o total de homicídios contra mulheres cometidos nestes estados?

– Quais as cidades, em cada estado, com as maiores taxas de feminicídio?

Equipe

Luana Edwiges, Paulo Henrique dos Santos e Rafael Amaral

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