Adoção tardia: uma via de mão dupla

Atualmente, no Brasil, para cada criança à espera da adoção há 6 pretendes na fila. Mas por que, então, esses números não fecham? Nossa equipe elaborou uma reportagem sobre um dos maiores gargalos desse cenário: a adoção tardia. Não há um consenso sobre esta definição, mas pode-se considerar esse tipo de adoção a partir dos 3 anos de idade, quando a criança já apresenta certa independência.

Mas quais são as diferenças entre a adoção tardia e a de bebês? Os tabus são muitos. Para entender melhor, conversamos com especialistas da área e conhecemos uma família de Belo Horizonte com um caso peculiar (e muito bem sucedido!) de adoção de um adolescente.

Para conferir, ouça o radiodocumentário:

 

Assista também ao vídeo que mostra um pouquinho da família de Williams: