BH DE OUTRO MUNDO

BH de outro mundo
O primeiro guia caça-fantasmas além do horizonte

Que tal conhecer lugares de BH guiados por personagens míticos pertencentes a esses espaços? Envolvidos em uma instância de Game, o Guia BH de outro mundo promove a interação virtual com o engajamento real do participante que, instigado pelas narrativas míticas de BH fará um roteiro turístico pela cidade orientando-se pelas lendas urbanas e seus cenários dispersos na capital. A ideia é proporcionar ao turista um conhecimento sobre a cidade através das historias e mitos que envolvam o espaço urbano e a cultura popular de BH.

De distribuição gratuita, as cartilhas do Guia BH de outro mundo, podem ser adquiridas em espaços tipicamente turísticos como hotéis, museus, aeroportos e etc. Nela, o turista encontra informações e mapas sobre as regiões da cidade e as principais lendas urbanas que a compõe, assim como a sugestão de um trajeto que inclua todas as narrativas míticas. Junto a essas informações, é ofertado também opções de lazer de baixo custo, nas regiões apresentadas, para serem experenciadas enquanto o turista faz o percurso.

Porém, o grande diferencial desse guia turístico é o tipo peculiar de relação que ele possibilita: uma interação entre narrativa, espaço urbano e plataformas digitais. Ao transportar o turista para dentro da narrativa através da proposição de trajetos nas regiões onde as lendas urbanas se passam, o Guia BH de outro Mundo, educa e proporciona aos nossos visitantes uma experiência única de se relacionar com a cidade: sendo personagens e jogadores de um jogo de caça “fantasmas”!

 

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O game:

Na cartilha ofertada aos turistas, em meio as informações e o roteiro encontra-se lacunas numeradas, semelhante a um álbum de figurinhas. A ideia é que, através do direcionamento para a plataforma online (via URL e QR Code), onde o game de fato acontece, o turista possa preencher esses espaços de acordo com a evolução do jogo.

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Ao acessar o site, ou seja, a plataforma online onde o game se desenvolve , o usuário se depara, com apenas uma das lendas ( 1°fase). Lá ele pode ler o texto e conhecer a sua história. Ao final dela, como nota destacada, terá uma dica e direcionamento do game para onde estará o segredo da próxima fase. O segredo é o QR code que está fixado no local real que é tido como cenário da lenda. Então, inicia-se um jogo de caça no qual o usuário é estimulado para encontrar o QR code afixado em algum lugar do cenário da lenda, e assim, poder dar prosseguimento ao jogo. Esse local é estimulado pela dica da nota ao final do texto.

Então, por exemplo, caso o turista esteja no percurso relativo a lenda : O fantasma do Palácio da Liberdade, ele encontrará, na cartilha a seguinte informação:

Muitas das pessoas que passam diariamente pela Praça da Liberdade não sabem da história dos arredores, nem do que havia ali antes da praça. Onde hoje se ergue imponente o Palácio daLiberdade, sede do Governo, existiu antigamente um casebre do antigo Curral DelRey, que deu origem a Belo Horizonte. Os moradores foram expulsos, é claro, masparece que não aceitaram sua nova condição nem mesmo após a morte. À época daconstrução do Palácio ele servia como residência para os políticos – e deacordo com os rumores, não só para eles. Dois governadores de Minas chegaram a morrer dentro do palácio: João Pinheiro, e Raul Soares (que acabaram homenageados com uma avenida e uma praça da cidade).

Atraves da Qr Code, inserido na cartilha impressa ele será transportado para o site onde haverá mais informações e um desafio que ,para ser superado, o estimula a ir ate a região do palácio e encontrar o QR code para destravar o conteúdo da 2º fase .

QR CODE APLICADO

Quando o usuário chegar ao QR code, ele liberará o link que direcionará para a fase dois. O funcionamento da aba fase dois é semelhante ao da fase um. Assim irá sucessivamente até a fase final. No local do QR code terá um estímulo também para o usuário fazer check in via Foursquare.
Ao fim da última fase, o QR code direcionará para uma aba especial onde terá a conclusão da saga/passeio turístico. Lá o participante pode imprimir a arte dos selos que serão disponibilizados todos juntos, para serem colados na cartilha.

Assim o turista se transforma em um personagem ativo inserido na rica cultura belorizontina!

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Equipe

Arnaldo Barbosa, Larissa Campos,  Luiza Alfenas, Paula Pinheiro

Etapas desta publicação

Proposta
Desenvolvimento

9 comments

  • gustavoaleixo

    Como eu avalia falado nos posts anteriores, bem legal a ideia, principalmente se falando de interatividade. Mas por acaso é citado no game o custo médio de deslocamento para os,locais onde as lendas foram criadas?

  • Victoria Bravo

    Um jogo!!! que bom !!!
    Adorei a ideia, foi dificil pra mim compreender ( o meu portugues ainda nao é tao bom) mais consegui.
    Conhecer a cidade utilizando o telefone e o mapa a mesma vez. é muito legal e até da para desfrutar em família.
    Poder sonseguir uma lembrancinha do jogo é muito doce mesmo !!

    Parabens, gostei demais!

  • barbarasilva

    Acredito que as adaptações que fizeram para ajustar a proposta às limitações que encontraram foi muito boa. A ideia da cartilha física que redireciona para uma plataforma virtual é bastante interessante e bastante conveniente para as discussões que temos feito sobre convergência de mídias. Pelo que entendi ambas as plataformas se interligam, mas ao mesmo tempo funcionam de algum modo de forma independente. Gosto também da ideia das intervenções em espaços físicos com o QRcode. Fiquei pensando que isso também funciona para a ideia do meu grupo e do aplicativo.
    Uma outra ideia que tive para o nosso trabalho, mas acabamos não incluindo no post, e que acredito que pode funcionar para o trabalho de vocês também é incluir esse conteúdo breve em cartões postais do tipo que é distribuído gratuitamente em bares e outras atrações culturais da cidade. Assim o conteúdo pode ser dividido em cartões (que também lembram a lógica de jogos), que podem ser levados para casa e pode ser um material colecionável.

    Fiquei com vontade de ver o guia impresso. Parabéns pela ideia.

  • Ana Rodarte

    A ideia é ótima, acho que a exploração das possibilidades dos QRCodes foi uma grande sacada. Combina com a proposta lúdica do grupo, porque tem um certo ar de “Caça ao Tesouro”. Acharia ainda mais bacana se o grupo trouxesse a proposta para as margens da cidade, lugares que não são muito acessados por turistas. Tenho uma dúvida: os turistas que não tiverem um smartphone também poderiam entrar na brincadeira?
    Parabéns pela ideia!

  • Pedro Lucchesi

    hahahaha, essa ideia foi muito massa! Estou afim de participar desse jogo : )
    Também gostei do uso que fizeram do google maps (talvez seja só no meu computador, mas alguns lugares tem apenas “Dica:”, sem a dica).
    As regras do jogo foram bem explicadas e as fotos foram bem escolhidas

  • Pedro Lucchesi

    *concordo com o Aleixo, vocês poderiam falar sobre custos de deslocamentos, uma vez que a proposta inicial para os grupos se relacionava também com um limite de gastos

  • luanafms

    Interessante a ideia de convergência de mídias que tanto temos estudado, do deslocamento midiático e das fases que instigam o usuário a continuar no game. Mas não consegui identificar o custo desses trajetos , considerando que é de suma importância demonstra-los.

  • Anna Luísa Silveira

    Oi gente,

    Desde a proposta gostei muito do trabalho de vocês, bem diferente dos outros, mas não menos interessante. Gosto de tudo no roteiro, desde o QR Code até a abordagem dos mitos na cultura popular de BH. Também acho que deveria ter informações sobre o deslocamento, com opções de lindas de ônibus, por exemplo e mesmo com alguns locais no centro, achei que o percurso explora bem a cidade. Parabéns!

  • Geane Alzamora

    A ideia é otima, mas volto a insistir no que venho dizendo a todos: cuidado com o lead! Trata-se da carta de apresentação do trabalho. Neste caso, é desnecessário mencionar dificuldades técnicas (ainda mais no primeiro parágrafo). O texto de relatório de desenvolvimento deve ser bem distinto do texto do produto final.
    Geane

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