#DataMapa População com energia elétrica nos municípios de Minas Gerais

O software CartoDB é muito interessante, pois possibilita a construção de infográficos de mapas que eu sempre achei muito bonitos e informativos, mas nunca antes soube como fazer.

O software apresenta algumas vantagens e desvantagens, especialmente por ser online. É boa a possibilidade de fazer em qualquer lugar e do salvamento automático, mas é ruim a necessidade de estar conectado a todo tempo, pois, às vezes, ocorrem quedas de internet fora do nosso controle que impedem o salvamento do trabalho e requerem a repetição do que já tinha sido feito. Isso aconteceu diversas vezes comigo. Além disso, o salvamento automático pode se tornar um problema, como explico a seguir. Outra grande dificuldade foi passar os dados para a planilha do CartoDB um a um – foi extremamente exaustivo, mas eu fiz isso cuidadosamente e gastei horas no processo.

O objetivo era analisar a questão relativa à habitação em Minas Gerais, e foi decidido focar na existência de energia elétrica nas casas, em 1991 e em 2000. Esperava-se obter uma figura clara das mudanças ocorridas com o tempo, e, realmente, isso foi perceptível na transmissão dos dados. Minas Gerais era um estado com muitas desigualdades em infraestrutura 24 anos atrás, e, apesar delas ainda existirem em 2000, foram extremamente diminuídas nesses dez anos.

Minha intenção era fazer vários mapas: um somente de 1991, outro somente de 2000, um com 1991 e 2000, e variações que destacassem as mesoregiões para que as desigualdades ficassem ainda mais visíveis.

Após passar todos os dados de percentual de pessoas com energia elétrica dos 837 municípios de Minas Gerais, relativos aos dois anos em questão, para duas colunas diferentes, alterei as configurações de visualização do gráfico e fiquei satisfeita com o layout. Só faltava agora copiar esse mapa, apagar as colunas desnecessárias e focar em determinadas mesoregiões.

O que aconteceu em seguida foi que cliquei em “duplicate map”, acreditando que isso faria uma cópia que eu poderia alterar, porém me enganei. Isso criou apenas duplicatas do mapa inicial, e, alterando qualquer uma delas, o original era também alterado. O problema é que só percebi isso depois de ter apagado uma das colunas, a de 1991. Devido ao salvamento automático e ao desconhecimento do software, não consegui de forma alguma encontrar um modo de desfazer essa ação. Fiquei extremamente frustrada, pois o enorme trabalho que eu tinha tido foi perdido.

Assim, infelizmente, fiquei com apenas um mapa para realizar a análise.

Equipe

Mariana Gonzaga 

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