Eu, ciborgue

Elevadores, caixas eletrônicos, celulares, calculadoras… onde termina a máquina e começa o humano?

O número de órteses eletrônicas para a humanidade apenas cresce, nos tornando praticamente dependentes da tecnologia. Constantemente vigiados e constantemente vigiando, criamos conteúdo o tempo todo com o dispositivo móvel mais próximo. Aliado à outras mídias, softwares, regendo suas finanças e vida social, o celular se torna um elemento central nas extensões do ser humano.

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Conectados a outros lugares, outras pessoas, outros tempos, estamos inseridos em uma teia initerrupta de informação, da qual não nos dissociamos facilmente, se torna um vício. Com a torrente densa e veloz das novas

Grupo

Karine Silva, Lívia Araújo, Marcella Ximenes e Stella Nardy.

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