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Mal das pernas

Ausência de semáforos, faixas de pedestres apagadas e a longa espera por um sinal verde para atravessar. Andar a pé em Belo Horizonte é uma tarefa para os pacientes e, por que não, para os corajosos (e, muitas vezes, imprudentes). Não é raro ver pessoas correndo no sinal vermelho ou atravessando entre os carros. Difícil mesmo é encontrar um local em que a preferência seja realmente delas.

A Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (Bhtrans) executa programas para tentar contornar essa situação, mas as ações acabam concentradas na região centro-sul da cidade, negligenciando as outras, que têm tantos ou mais problemas que as áreas priorizadas (leia mais aqui).

Coletamos sugestões de pedestres que diariamente encontram dificuldades ao andar pelas ruas de BH. No mapa a seguir são identificados pontos com problemas relacionados à infraestrutura das vias.

Veja como são as experiências dos pedestres por BH.

Reportagem

Anna Cláudia Pinheiro, Eduarda Rodrigues, Ingred Souza, Isabela Meireles e Natália Ferraz

Etapas desta publicação

Proposta
Desenvolvimento

11 comments

  • adeliaoliveira

    Olá, meninas! Gostei da matéria de vocês e adorei os infográficos. Acredito, porém, que a reportagem poderia ser enriquecida por meio de depoimentos de pessoas que diariamente são pedestres. Abraços;

  • MarcosFernandes

    Também senti falta do depoimento de algum pedestre, de preferência algum que caminhe diariamente por ruas movimentadas. E existe alguma resposta positiva com relação à Campanha “Eu respeito”?

  • Marina Dayrell

    Olá! Acredito que os infográficos enriqueceram bastante a matéria e, ao mesmo tempo, a deixaram mais leve, apresentando uma nova forma de exibir dados. Gostei bastante do mapa com as localizações e as explicações em cada uma delas. Na minha opinião, só falta mesmo um personagem e um depoimento. Parabéns!

  • Luiz Guilherme

    Gostei muito da ideia original de contar, através do mapa, as zonas problemáticas do trânsito da capital. É uma abordagem direta e inteiramente visual, o que ajuda na intenção de “ficar” na cabeça de quem lê.

    Os gráficos também foram bem construídos e reforçam de forma prática todo o tema abordado por vocês.

    Também senti falta de um contato mais pessoal, um depoimento, uma história. Mas creio que não seja algo impossível de adicionar ao bom trabalho feito até aqui.

  • Terezinha Silva

    Oi meninas,
    Está indo muito bem.
    Algumas coisinhas: Já conseguiram descobrir por que a campanha se concentra no centro-sul e se há previsão de se estender às outras regiões? E quanto do previsto na campanha (novos semáforos, faixas de pedestres) já foi efetivado? Se nem no centro, que é prioridade (como sempre!), chega a 100%, como é a situação então nas outras regiões? O poder público deve ter um panorama.
    Quem é pedestre, que reclama, que atravessa o perigo, conhece a campanha? Percebe diferença nas ações e atitudes?
    Vale a pena mencionar na matéria a forma pela qual vocês conseguiram colaboração na etapa da apuração e que o mapa também está aberto a novas colaborações.
    Fazer um link para a matéria de Ana Clara (“Peregrinos diários”), que trata justamente de “quem segue a pé » – que vocês mencionam no 3o. paragrafo.
    Fazer também um link para a campanha “Pedestre. Eu respeito”.

  • anaclaramatta

    A apuração de vocês foi profunda, excelente, estou encantada de verdade. Faltam depoimentos, mas apenas para enriquecer ainda mais um texto já rico. Os infográficos ficaram agradáveis mas o que se destaca, como uma ideia bem engenhosa, é o mapa. Parabéns!

  • thaianebueno

    Também fiquei intrigada com o porquê da campanha ter sido só na região centro-sul. Talvez valha a pena investigar isso, mesmo que brevemente. Como já foi apontado, depoimentos fizeram falta mesmo! Acho legal se vocês inserirem algumas aspas. No mais, os gráficos e o mapa ficaram ótimos! Parabéns!

  • Laura Ribeiro

    Gostei muito da identidade visual dos gráficos, ficou realmente chamativo e agradável aos olhos as cores consonantes que vocês escolheram. Talvez fosse interessante procurar dados sobre as áreas com maior indice de atropelamento aqui na cidade, talvez isso ajude a clarear o motivo da campanha ter se concentrado na região centro-sul.

  • melissagomes

    A matéria está bem informativa, se comparada às outras da turma que também trataram de pedestres. Legal perceber que um mesmo assunto foi recortado de diferentes maneiras. Gostei da formatação dos infográficos. Estão chamativos e complementaram o texto adequadamente. O fato de o texto de vocês conter dados, além de ter sido escrito num formato mais tradicional de jornalismo foi uma boa escolha nesse caso. Gostei muito =)

  • aluisiojunior

    Tema bastante interessante e próximo dos leitores. Os possuem uma função didática muito importante na matéria desenvolvida. A fala de algum personagem somará na construção de uma perspectiva mais humana e menos técnica para a reportagem.

  • victorlambertucci

    Pessoal, acho que estão no caminho, mas um diferencial seria uma crítica mais a fundo sobre o projeto “Pedestre, eu respeito”. É claro que falta muita educação no trânsito, mas se pensarmos na falta de sinalização e nos inúmeros problemas que todos conhecem e vocês descreveram bem… Não sei, mas parece que elez se preocupam muito mais em fazer propagandas e falar que a cidade está mudando, do que realmente propor mudanças básicas, que todos os dias os especialistas chamam atenção na mídia, mas eles não o fazem. Pode ser um caminho para questionar. Abraços!

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