Barraqueiros da Esplanada do Mineirão

PAUTA +

Alunos: Franco Malheiros e Saulo Gargiulo.
Professor: Carlos D’Andréa.
Matéria: Pauta e Apuração.
Exercício: Pauta sobre barraqueiros da Explanada do Mineirão.

BARRAQUEIROS DA ESPLANADA DO MINEIRÃO

RECORTE: Com a reforma do Mineirão, foram retirados da esplanada do estádio os tradicionais
barraqueiros que ali ficavam. Nossa matéria, busca analisar este cenário, entender se a forma com que esses profissionais autônomos foram retirados foi de uma forma legal. Colher o parecer de algum freqüentador do estádio, procurar algum barraqueiro e ouvir o lado dele a respeito da situação (se sabe que existe uma associação chamada Abaem). Ouvir, também, o lado da empresa responsável pelo estádio: Minas Arena, e entender se era mesmo necessária a retirada dos barraqueiros do entorno do Mineirão. Ver se há  possibilidade do retorno desses profissionais e olhar com o órgão que se responsabiliza com os assuntos referentes a copa, que no caso é a Secopa se há algum projeto para que esse tipo de serviço seja regulamentado durante a copa de 2014.

HISTÓRICO: Muitas famílias que vendiam alimentos no entorno do estádio enfrentam um sério problema. Os 150 vendedores que proviam comida para os torcedores desde 1964 nas suas barracas foram retirados do local em 6 de junho de 2010, quando as obras de reforma começaram. O estádio, que antes era de administração pública, passou a ser administrado, Minas Arena pelos próximos 25 anos. Durante 4 anos, entre 1994 e 1998, os barraqueiros pagaram por um alvará de funcionamento da prefeitura, até que a cobrança foi eliminada por se tratar de uma área estadual. A partir de 2005, a Ademg (Administração de Estádios do Estado de Minas Gerais, autarquia responsável pela administração do Mineirão até a sua privatização) começou a cobrar uma taxa semanal deles. Está sendo avaliada a possibilidade de construir, depois do Mundial, quiosques para os “barraqueiros” venderem comida mineira. Mas só depois; durante o evento, a administração é da FIFA, que vai manter a Zona de exclusão, onde só se comercializará produtos aprovados por ela. Segundo o consórcio Minas Arena, não há nenhuma definição sobre quem utilizará os espaços comerciais após o fim do megaevento.

FONTES:

  • ABAEM.( ASSOCIAÇÃO DOS BARRAQUEIROS DA ÁREA EXTERNA DO MINEIRÃO)

    O site da associação não possui nenhum contato, tentamos via COPAC (comitê popular dos atingidos pela copa), porém não obtivemos respostas.

  • PERSONAGEM (FREQUENTADOR DO MINEIRÃO)

    Pierre Henrique freqüenta o Mineirão há muitos anos e confirma que piorou a qualidade de se ir assistir um jogo depois da reforma. Disse que com o fim dos barraqueiros, o espaço fica mal utilizado alem da falta de se poder comer ou beber algo antes dos jogos.

    Telefone : (31) 9912 2659

    Perguntas:

    1. O que mudou com as reformas do Mineirão?
    2. O famoso “tropeirão” mudou ?
    3. Os preços dos alimentos estão acessíveis?
    4. O estádio sem os barraqueiros melhora ou piora?
    5. Acredita que o espaço poderia ser melhor utilizado?
  • SECOPA(SECRETARIA DE ESTADO EXTRAORDINÁRIO DA COPA DO MUNDO)
    A entrevista é por e-mail. Quem responde é a própria Assessora de Imprensa da SECOPA.
    Assessoria de Imprensa: (31) 3916-0477 E-mail: imprensa@copa.mg.gov.br
    Perguntas:

    1. Há algum planejamento de que os barraqueiros da esplanada do Mineirão possam atuar durante a Copa?
    2. E depois da copa esses “quiosques” como funcionariam? Em que pé está a discussão e o diálogo com os barraqueiros.
    3. Existe alguma empresa que estaria cotada para vender os tipos de produtos que os barraqueiros ofereciam, ou a esplanada do Mineirão vai continuar vazia?
    • MINAS ARENA

      Não conseguimos apuração prévia com a Minas Arena.
      Tel: (31) 3499-4300, (31) 3499-4333.