Quadrinistas em Belo Horizonte – Três realidades distintas

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[ Quadrinistas ]

Tema: Mostrar as realidades de três quadrinistas de Belo Horizonte, vamos utilizar a forma jornalística do perfil para mostrar essa realidade.

 

Objetivo: Vamos acompanhar o processo de produção, saber das dificuldades que cada um possui para fazer seus quadrinhos e comparar a realidade de cada um. Para fazer isso vamos ouvir três fontes que produzem quadrinhos, que tem públicos diferentes e que possuem objetivos diferentes.
 
Fontes:

  • Felipe Assunção: Felipe Assumpção Soares é um garoto mineiro cheio de ideias mirabolantes e planos fantasiosos. Desenha o Botamem desde 1999, é formado em publicidade e propaganda e rádio e televisão pela Universidade Federal de Minas Gerais. Se considera um publicitário, rtv, cartunista, animador, ilustrador e modelador 3D. Mas é considerado pela maioria das pessoas apenas como um mongólico garoto.
  • Celton (que na verdade chama Lacarmelio): é um quadrinista de rua da cidade de Belo Horizonte, também conhecido pelo nome do seu mais famoso personagem, Celton. Visto freqüentemente pelos sinais da cidade, com sua moto e sua grande placa amarela com os dizeres Leia Celton, Lacarmélio é uma lenda e uma personalidade hoje em Belo Horizonte. Homenageado pela 4a edição do Festival Internacional de Quadrinhos em 2005, ele já recebeu diversas condecorações de Belo horizonte. Ele também expôs seu trabalho na primeira edição da Mostra Mineira de Zines em 2005. Sua principal obra é a revista Celton, com personagem principal de mesmo nome, produzida desde 1998. As histórias da revista se passam impreterivelmente em Belo Horizonte ou sua região metropolitana, com riqueza de detalhes e ênfase características típicas da região. Lendas regionais, como a Loira do Bonfim ou o Capeta do Vilarinho compõem, junto com temas atuais, os roteiros de Celton. Desde 1998, o autor, que já foi até assunto do Globo Repórter, já lançou 15 edições, que totalizam cerca mais de um milhão exemplares vendidos
  • Duke (Eduardo dos Reis Evangelista): É formado em cinema de animação pela Escola de Belas Artes da UFMG. Assina as charges diárias dos jornais O Tempo e Super Notícia. Também é editor da página de jogos e diversão do suplemento infantil “Tempinho” e da página de quadrinhos, jogos e entretenimento “Supimpa”. Colabora com a Revista CNT, Transporte Atual, publicando cartuns. Em 2009, recebeu o troféu HQMIX como melhor cartunista brasileiro de 2008. É um dos organizadores do BH Humor, salão Internacional de humor Gráfico de Belo Horizonte.

Desenvolvimento: Vamos traçar um perfil de cada fonte e para isso utilizaremos a plataforma eletrônica do Wix. Construiremos uma revista eletrônica, uma introdução falando da diferença entre os três quadrinistas, em questão de produção, conhecimento do público, gastos com a produção, entre outras coisas, e depois o perfil de cada quadrinista.

Fontes:

  • http://www.fantasticomundodesunca.org/?page_id=39
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Lacarm%C3%A9lio
  • http://dukechargista.com.br/biografia/

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6 comments

  • graziellesilva

    Achei muito bacana a ideia de comparar a realidade de três quadrinistas de BH, vivenciando o dia a dia de cada um. Afinal, por mais que a profissão seja a mesma, cada um tem o seu jeito de produzir, os seus traços e cada trabalho tem suas caraterísticas. E neste caso, a escolha da revista eletrônica no Wix foi perfeita na minha opinião. Lá será possível retratar todas estas particularidades.

  • Barbara Nery

    Pauta bastante completa e apurada, parabéns. Já que o foco de vocês é o diferencial do trabalho de cada um, ou seja, suas ilustrações, sugiro que vocês deem um forte apelo visual ao WIx, pra valorizar o trabalho de vocês.

  • pedromol

    Acho que essa idéia de criar um perfil de cada um deve ajudar bastante aos leigos, como eu, a compreender que há diferenças nos trabalhos desses profissionais. Concordo com a Bárbara. Se houver um forte apelo visual, o trabalho de vocês tem tudo pra ficar bastante esclarecedor, além de bem chamativo.

  • Aline Azevedo

    O aprofundamento nas histórias dos perfis vai ser muito interessante! Digo isso pensando principalmente no Celton, que é um personagem com quem muitos belo horizontinos já se depararam e já se perguntaram o que realmente ele faz.

  • Vitor Coutinho

    Gostei do tripé que vocês formaram ao escolher por um cartunista jovem, um que trabalha de informalmente e um já consolidado no mercado. Acho que isso pode trazer algumas reflexões interessantes!

    No mais, realmente a sugestão da Bárbara de explorar bastante as imagens parece boa, pois desse modo os contrastes provenientes da condição de cada cartunista ficaram ainda mais evidentes.

    Não se esqueçam de tirar boas fotos dos cartunistas também, para compor o perfil.

    abraços

  • Geane Alzamora

    Oi pessoal,
    acho importante justificar a escolha dos três (isso talvez seja o “abre” da matéria de vocês) e pensar alternativas visuais bem interessantes para apresentar os perfis.
    Geane

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