Movimentos de ocupação dos espaços públicos

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[ Descrição do processo ]

Mídias e Linguagens – Pauta “Um dia em BH com até 50 reais”

emnomedoamor

Foto: Maíra Nascimento/Em nome do amor

 

Tema: Um dia em BH com até 50 reais

Foco: Roteiro alternativo de ocupação dos espaços públicos

 

Resumo: A cidade de Belo Horizonte é amplamente conhecida como a capital dos botecos. Com inúmeras opções de bares, pubs, choperias e boates; é difícil não recomendar a noite belohorizontina para algum amigo ou parente que venha visitar.

Em contramão ao turismo de boteco, Belo Horizonte apresenta também um movimento de ocupação dos espaços públicos como alternativa à vida noturna e ferramenta de manifestação social. São eventos, grupos organizados e independentes que tentam não só estimular a visitação esporádica, mas também a ocupação e identificação dos espaços públicos como pontos de lazer e socialização.

A matéria deverá apresentar roteiros de passeio através desses movimentos de ocupação que incluam opções de transporte, alimentação e atividades a serem realizadas – tudo dentro de um orçamento máximo de R$50 por visita.

 

Perguntas que a matéria deve responder:

  1. Onde acontecem ações e eventos de ocupação em BH? Quais são as especificidades desses lugares? O que eles tem a oferecer?
  2. Como a Prefeitura explora esses pontos? Existem campanhas que estimulem a visitação ou preservação? Se sim, como funcionam? Se não, como se dá esse estímulo?
  3. Quem ocupa esses lugares no dia-a-dia? O que essas pessoas fazem lá?
  4. Sobre os movimentos alternativos de ocupação: por que escolheram esses lugares? Quais suas ações para atrair o público e estimular a participação coletiva?
  5. O que os frequentadores indicam como problemas neste lugar? Já buscaram algum tipo de solução para essas deficiências junto às autoridades?
  6. Sobre os custos: quais as vantagens e desvantagens desses locais financeiramente falando? É possível chegar a esses pontos utilizando apenas transporte público? Quais são as opções de alimentação de baixo custo? Quais atividades estão disponíveis por um preço acessível?

 

Recursos de linguagem utilizados: fotos, mapas interativos e infográficos, divulgados nas redes sociais através da campanha Ocupe BH.

 

Fontes:

  • Projetos que promovam a ocupação ou eventos nesses lugares

– Piseagrama, Praia da Estação, Em nome do Amor, Carnavaliza BH, Duelo de MC’s, Tarifa Zero BH, ocupações em geral, entre outros.

Contato via redes sociais e participação em eventos.

 

  • Prefeitura de Belo Horizonte

– Assessoria de Comunicação.

Contato via Fale Conosco ou presencial.

 

  • In loco:

– Participantes dos eventos, moradores e comerciantes locais, transeuntes, taxistas, trocadores e motoristas de ônibus que cubram a região; ambos presentes no momento de apuração.

Equipe

Bruna Moreira e João da Mata

Etapas desta publicação

Desenvolvimento

5 comments

  • Luís Felipe Garrocho

    Comentário do Monitor:

    – É necessário a colocação dos links das outras etapas através dos códigos que se encontram no Manual do Aluno. Os mesmos códigos devem ser utilizados para a apresentação da equipe.

    – Tags devem ser variadas e utilizadas somente na etapa produto.

    – A utilização da coluna lateral relacionada ao conteúdo do exercício e da matéria também deve ser feita.

  • Geane Alzamora

    Olá pessoal,
    não está suficientemente clara a relação da ocupação de espaços públicos com a ideia de entretenimento a baixo custo em Belo Horizonte. Quais espaços? Por que? E por que a relação com os butecos? É o mesmo tipo de divertimento? Não fica claro também como será o planejamento intermídia, já que vocês listaram ações sem explicitar e justificar o uso.
    Geane

  • Bruna Moreira

    Ei professora!
    A ideia é explorar opções cujas atividades não sejam provindas de instituições privadas, mas do próprio público frequentador.
    Esse é o caso, por exemplo, do Espaço Comum Luiz Estrela – lugar onde o visitante pode participar de debates, shows e oficinas de todos os tipos (seja como ofertante ou como ouvinte).
    Outras opções que pensamos foi o Sarau Vira-Lata e o Quarteirão do Soul, além de uma feirinha de troca que acontece sempre nas praças da cidade, chamada Feira Grátis da Gratidão.
    A citação dos butecos foi só um gancho que pegamos na pauta, não há relação.
    Sobre o planejamento intermídia estamos com problemas em definir exatamente o que será feito. Pensamos na criação de uma página do Facebook que compilasse e divulgasse esses eventos, já que eles acontecem muito isoladamente. Nessa página seriam compartilhadas as matérias, relatos, fotos e tudo que fosse apreendido no percurso – o que poderia ser enviado também pelos seguidores da página.
    Abraços, Bruna!

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