Sirva-se!

comer
A fusão homem-máquina ultrapassa as esferas da ciência e invade o cotidiano. Usamos, vestimos, e, por que não comermos a tecnologia? Na realidade, nos alimentamos diariamente dos aparatos criados pelo homem. Eles são alimento para nossa criatividade, vivências, cultura, saúde.
As fotografias a seguir são, pois, uma releitura do conceito do próprio ciborgue. A fusão entre o humano e o robô se dá pela intromissão da máquina em uma das ações mais elementares e instintivas do homem: alimentar-se. A tecnologia, aqui, é vista como dispositivo paralelo às necessidades básicas do homem. E não é?

Trabalho de

Alessandra Giovanna, Ana França, Marina Novais

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