“Nós, ciborgues o corpo elétrico e a dissolução do humano”

Após a leitura do texto “Nós, ciborgues: o corpo elétrico e a dissolução do humano” de Tomaz Tadeu, torna-se notável a intensidade com que homem e tecnologia se interpenetram, sendo difícil desassociá-los. Através dessa mistura, surge o conceito de ciborgues; estes, por sua vez, estão cada vez mais presentes na vida cotidiana, mas, em função de uma má interpretação de sua figura, passam despercebidos.

A partir dessa falta de percepção, alunos da disciplina de Criação em Mídias Digitais produziram um vídeo, cujo personagem protagonista é um exemplo claro da “desavergonhada conjunção entre o humano e a máquina”, relação que cresceu vertiginosamente ao longo das últimas décadas.

Grupo composto por:

Ângelo Franco, Beatriz Lobato, Isabela Fernanda, Leonardo Melgaço e Nicole Stéffane