Um novo conceito de humano para uma nova realidade

Com base na análise apontada por Hari Kunzru e Donna Haraway, no capitulo “Nós Ciborgues”, percebemos que cada vez mais a fronteira que separa a máquina do organismos estão cada vez mais frágeis. Buscando aperfeiçoar-se enquanto organismo, as pessoas utilizam de mecanismos artificiais para melhorar o desempenho de seu corpo e suas funções. Os óculos, por exemplo, são uma tentativa de correção de imperfeições humanas – no caso, o “defeito” é a má visão. Ao mesmo tempo, as máquinas também são adaptadas no sentido de otimizar sua relação com os humanos, se adequando às necessidades dos mesmos. É o caso do telefone celular e do computador, cujas funcionalidades vão aumentando ou mesmo sendo criadas para facilitar a vida das pessoas. Isso demonstra que é preciso reconstruir a concepção de humanidade, mas que é impossível fazê-lo agora ou prever o futuro, pois este é um processo em construção.

Equipe

Jennifer Gonçalves, Amanda Paes e Bruna Moreira.

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