Uma canção sobre o ciborgue

Qual o limite entre o homem e máquina? Onde começa um e termina o outro? Essas são questões recorrentes na sociedade contemporânea, acostumada com cabos, máquinas, computadores e uma tecnologia cada vez mais avançada. Enxertos, próteses, implantes, transplantes, órteses recuperam e potencializam atividades humanas. Superatletas, supermodelos, superguerreiros. Progresso ou regressão? Na verdade, somos corpos humano-elétricos.

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Cada vez mais nos perguntamos o que faz do homem um ser humano e quais serão as consequências, no futuro, das máquinas inteligentes. Ao desempenhar funções humanas para tornar a nossa vida mais confortável, a máquina se confunde com o homem, sendo produzida para se parecer o máximo possível com ele. Por outro lado, partes mecânicas são “acopladas” a corpos humanos.

Fizemos três fotos representando a união homem-máquina, inspirados na onda “Desk Safari” (em que se encaixa o rosto de um colega de trabalho no corpo de um animal). A mistura entre homem-robô chega a ser metalinguística, ao passo que a presença da tela do computador serve para reforçar essa ideia de junção e dependência. Compusemos, também, uma paródia da música “Uma canção sobre o amor”, de Clarice Falcão, interpretada por Vivian Andrade.

Equipe

Lucas Morais, Patrícia Ester, Vivian Andrade e Thaís Leocádio

Créditos

Trabalho produzido para a disciplina de Processos de Criação em Mídias Digitais, professora Joana Ziller.
Texto de referência: TADEU, Tomaz. Nós, ciborgues: o corpo elétrico e a dissolução do humano. In: TADEU, Tomaz (org.). Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano. 2000: Autêntica. p. 7-15

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