Valorização dos imóveis na Região Noroeste de BH

ALUNO: Pedro Lucas Amim

TEMA: Valorização dos imóveis nas regiões adjacentes as avenidas D. Pedro II e Carlos Luz

HISTÓRICO E RESUMO: Com recentes obras grandiosas na região da cidade de BH em que estão situadas as avenidas D.Pedro II e Carlos Luz um assunto vem à tona. Será que os imóveis dessas regiões ficariam valorizados? Sendo assim seria interessante criar uma matéria diante desse assunto. Se os bairros próximos a essas avenidas estão sendo prejudicados ou beneficiados com esse “progresso” e qual a razão de ocorrer uma valorização desses terrenos nessa área da cidade. Para poder situar você mais sobre o assunto o link a seguir trata da valorização no bairro Santo André (http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/noticias/2009/02/25/interna_noticias,29353/valorizacao-a-vista-no-santo-andre.shtml).

PROPOSTA DA MATÉRIA: A proposta da matéria seria abordar o que faz com que tais regiões se valorizem. Quais os fatores principais para esse acontecimento, se é a proximidade ao centro, a UFMG, Usiminas, Shopping Del Rey, etc. Outro fator importante a ser discutido seria o de verificar se essa valorização acaba promovendo uma degradação do local, como por exemplo a verticalização de bairros tradicionalmente compostos por casas e que acabam sofrendo com uma quantidade de pessoas maior que a planejada, causando por exemplo transtornos no trânsito dentro dessas regiões. Outro fator referente a essa valorização seria o de pesquisar se as leis de uso e ocupação do solo estariam sendo respeitadas nesses casos em que há por exemplo a construção de edifícios (verticalização). Outro desdobramento interessante seria o de apurar como se dá a atuação das construtoras nesses locais.

PERGUNTAS: Nesse contexto deveríamos procurar responder como se dá a valorização do local.  O porque desse acontecimento. É possível traçar algum fator principal para a valorização desses imóveis? O que estaria acontecendo com quem morava na região antes dessa valorização? Esses antigos moradores estão achando essa valorização benéfica? Qual a opinião dos empresários imobiliários sobre essas regiões? Para eles o que seria o fator determinante para essa valorização dos imóveis? Será que a prefeitura da cidade está atenta para esse fato? Ela fiscaliza a região a fim de não permitir que as leis de ocupação e uso do solo sejam infringidas? Está mesmo ocorrendo verticalização nesses locais? Quais seriam as consequências dessa possível verticalização? Um assunto secundário que poderia ser levantado era o de que se essa valorização provoca algum “boom” na micro economia da região. Aumentaria o consumo por parte dos moradores por exemplo?

FONTES: Uma boa fonte seria procurar alguém que responda pela empresa Direcional Engenharia que vem atuando na construção de muitos imóveis na região para saber como se dá essa atuação sendo que seria a opinião de alguém do mercado para dizer o porque dessa valorização de imóveis na região. O telefone da assessoria de imprensa da empresa é (31) 3214-5900. Procurar técnicos da prefeitura da cidade a fim de perguntá-los se as leis de ocupação estão sendo respeitadas nesses locais (é possível acessar a lei de ocupação e uso do solo de BH através do link (http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?evento=portlet&pIdPlc=ecpTaxonomiaMenuPortal&app=regulacaourbana&tax=20542&lang=pt_BR&pg=5570&taxp=0&). Uma secretaria da prefeitura que possa tratar do caso seria a Secretaria de Regulação Urbana, que tem o telefone (31) 3277-5088 e o e-mail acomunic@pbh.gov.br.  Indagar os líderes de associações dos bairros da região para saber o que eles e as comunidades estão pensando sobre essa valorização e se ela está sendo benéfica ou maléfica para os moradores. Apurei o endereço das seguintes associações: Associação dos moradores unidos do Caiçara, Rua Amélia Moreira Balsa, 6, Caiçara, BH, MG, 30750-310; Associação Comunitária do bairro Santo André, rua Serra Negra, 1896, Bairro Santo André, BH, MG, 31230-600.

RECURSOS DE LINGUAGEM: Utilizar fotografias do bairro com a presença de construções como por exemplo prédios. Disponibilizar, se possível, o áudio das entrevistas feitas ao longo da matéria.  Caso não seja possível colocar as entrevistas na íntegra, deixar disponível em áudio ao menos partes relevantes de cada conversa.

1 comment

  • Carlos d'Andréa

    OK, Pedro, você seguiu bem a proposta que delineamos em sala. Embora saiba da dificuldade que você teve para encontrar as fontes, não posso deixar de registrar que, como está, a pauta não facilita muito a vida do(a) repórter, uma vez que ele(a) tem que correr atrás da maioria das fontes…

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